quarta-feira, 6 de outubro de 2010


AMIGOS DA CABANA

Desvendado que está o mistério á volta da convidada da próxima Conversas da Cabana, quero informá-los que vamos ter já nesta 5ªfeira, 7 Outubro, pelas 22 horas, a grande cavaleira tauromáquica Ana Batista.Trata-se de uma noite especial, pois pretende-se homenagear a jovem ilustre salvaterrense, que se tem destacado nos últimos 10 anos, nas melhores praças portuguesas e espanholas.Ana Batista merece casa cheia, para isso, é importante a tua presença, na 43ª Conversas da Cabana dos Parodiantes, em Salvaterra de Magos.

Agradeço desde já a colaboração:

- JP Comunicação e Imagem

- Escola Profissional salvaterra de Magos

- Residencial Estrela- Casa do Maçapez/Turismo Rural

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

75 ANOS DE RADIO PORTUGUESA E OS PARODIANTES DE LISBOA.


A Rádio Portuguesa comemora hoje 75 anos em Portugal. A Emissora Nacional foi a primeira a ir para o Ar, ainda decorria a 2ª grande Guerra Mundial. Os nossos Parodiantes de lisboa começariam a sua humorística aventura nas ondas hertzianas, sete anos depois na Radio Peninsular, sediada na Voz do Operário, com o famoso Parada da Paródia.


Ferro Rodrigues, Santos Fernando, Mário de Meneses, Mário Ceia, Manuel Puga, José Andrade, Ruy Andrade entre outros, foram os grandes obreiros de um formato de programa humorístico que duraria 50 anos.


Os Parodiantes de Lisboa, apesar de terem desligado os emissores em 1997, tambêm estão de parabêns.


Para quando a verdadeira homenagem aos Parodiantes??

FORCADOS - A ESSÊNCIA DA FESTA BRAVA COM EURICO LAMPREIA. UMA NOITE DE AFICION NA CABANA!




A tão esperada noite dedicada aos últimos românticos da festa brava, finalmente iria acontecer, depois de ser adiada há um mês atrás. A noite dos forcados, pois então, sendo o convidado o grande ex-forcado Eurico Lampreia, um dos mais notáveis de sempre em Portugal.


Esperavam-se gente aficionada, intervenientes da tourada nas suas variadas vertentes, ou não fosse Salvaterra de Magos, terra de touros e cavalos. Mas na verdade poucos apareceram, á excepção de cinco elementos do único grupo de forcados feminino do mundo (sediado em Benavente) e três representantes do GFA de Lisboa.


Onde pára a unida classe tauromáquica do Ribatejo?


Uma coisa é certa, a 43ª edição das Conversas da Cabana dos Parodiantes cumpriu-se com a sala composta por apreciadores e curiosos do fenómeno tauromáquico.


Quem fez as honras da casa, foi o cliente e amigo João Ramalho, tambêm ele forcado na sua juventude, criador de touros bravos e profundo conhecedor dos meandros da cultura das touradas.


Logo a abrir, tivemos o privilégio de vermos o filme da magistral pega que Eurico Lampreia realizou na Monumental de Madrid, " Catedral do Toureio ", com um touro em pontas, em 1980. Ele recebeu o troféu “EL HOMBRE DE LA TARDE”, que segundo o próprio somente o factor sorte tornou possível a concretização da pega.


É de facto uma extraordinária pega e não é preciso ser especialista no tema para perceber que um homem encaixado na cabeça de um touro em pontas com 600 kg, durante vários minutos, sem que os restantes membros do grupo conseguissem ajudá-lo, é realmente um acto radical.



A euforia á volta dessa pega foi tal, que o filme passou na televisão repetidas vezes e foi noticia na imprensa espanhola durante vários dias.



Trinta anos depois e sem que Eurico Lampreia esperasse, eis que foi homenageado em Badajoz, no Club Taurino Extremenho, no mês passado, tendo recebido o precioso filme que pudemos visionar.



O principal motivo que trouxe o Eurico Lampreia á Cabana dos Parodiantes, não se encerra na sua excepcional carreira de forcado. Ele veio lançar o livro da sua autoria " Forcados, os últimos românticos da festa ", documento em dois volumes, o mais completo jamais feito sobre os forcados, desde a sua origem no século XIX até aos nossos dias, com imagens de vários fotógrafos de pegas dos últimos 40 anos.


Pegas para todos os gostos e feitios, impossíveis, caprichosas e acrobáticas, exemplos de coragem e bravura de homens que desafiam a morte.


Apesar do momento da pega, ser para Eurico a essência da festa brava, ela não seria possível sem as lides que a antecedem. Eurico Lampreia recordou-nos um episódio da sua recheada vida, para comprovar a ideia de que é impossível um grupo de homens conseguir travar um animal com a força e o peso de um touro, sem que antes seja picado e lidado.


O mestre Nuno Salvação Barreto ( o orador nunca se cansou de homenagear o seu mestre ), foi convidado, mais o seu grupo, na qual Eurico fazia parte, para participar numa corrida de touros nas ilhas Canárias. Por uma série de circunstâncias que não vale a pena aqui frisar, a referida corrida viu-se reduzida sómente ás pegas. Salvação Barreto ousou, assim, atentar contra a regra e a lógica do espectáculo. Num gesto de excentricidade, quis provar que a arte e a técnica dos seus discípulos seria suficiente para domar o touro. Desastre total. Eurico lembra-se de despertar num quarto de hospital da ilha espanhola, cheio de hematomas. Outros camaradas seus tiveram a mesma sorte nessa corrida. Tratou-se de um erro, uma loucura, disse Eurico, num misto de nostalgia e orgulho.


Com um moderador de peso como o ganadeiro João Ramalho, seria uma pena não ouvirmos da sua larga experiência, no que diz respeito ao universo do touro bravo e as suas especificidades. Contribuiu a sua esposa, Angela Sarmento, mais conhecida por Tareca, para dar um perfume feminino, recordando tardes gloriosas passadas em praças, peripécias com vacas, garraios e touros na quinta das gatinheiras, onde se criam os touros bravos da ganaderia D. João Ramalho.


Já no cair do pano, Eurico Lampreia homenageou a mulher, lembrando-se de sua saudosa mãe e aproveitando a presença na Cabana de elementos pertencentes ao Grupo de Forcados Feminino de Benavente.


Tambêm a Cabana dos Parodiantes é feminina e essa condição sentiu-se durante esta noite especial, vestida de coreografias e cores da festa brava.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

OPTIMUS ALIVE 2010 - O MELHOR CARTAZ DE SEMPRE COM OS CABEÇAS DE CARTAZ " BARRETES "


O Festival de verão mais conceituado em Portugal e um dos melhores do mundo, foi o Optimus Alive 2010, com um cartaz de sonho.

Conseguir reunir no mesmo palco Pearl Jam, Skunk anansie, Gossip, Manic Street Preachers, Faith No More e os Barretes, não é fácil.

Que o diga as três jovens clientes da Barretelândia ostentando o troféu.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

GRANDE TERTÚLIA NA CABANA JÁ NA PRÓXIMA 5ª FEIRA COM O GRANDE FORCADO EURICO LAMPREIA!!


E perguntam voçês como é possível trazer á Cabana dos Parodiantes personalidades tão conhecidas e tão especiais como as que já trouxemos nas últimas 42 edições das Conversas da Cabana e como a que vamos ter já nesta 5ª feira, como o sr Eurico Lampreia ????????
A resposta está no post seguinte. Ora vejam lá!
Escola Profissional de Salvaterra de Magos

Casa do Maçapez / Filhos do Vento

JP - Comunição e Imagem

sem eles não havia tertúlias na cabana!

sábado, 17 de julho de 2010

FORCADOS - OS ÚLTIMOS ROMÂNTICOS DA FESTA







Já está confirmada a tertúlia na Cabana dos Parodiantes com o ex-forcado Eurico Lampreia, no próximo dia 29 de Julho, pelas 22 horas.



domingo, 27 de junho de 2010

ADIAMENTO DA TERTÚLIA COM EURICO LAMPREIA NA CABANA DOS PARODIANTES



Foi adiada a 43ª edição das Conversas da Cabana, agendada para dia 1 de Julho, cujo convidado era Eurico Lampreia, um dos mais talentosos e corajosos forcados de todos os tempos. O tema da conversa andaria á volta dos dois grandes livros que Eurico escreveu sobre a história dos forcados intitulado " Os forcados - Os Ultimos românticos da Festa ". Trata-se do mais completo documento sobre o tema, com imagens de pegas célebres registadas pelos melhores fotógrafos nos últimos 50 anos.Assim que houver uma data para a tertúlia com Eurico Lampreia na Cabana dos parodiantes, informaremos toda a mailling list da Cabana...e o resto do mundo tambêm. Fernando Andrade http://www.cabanadosparodiantes/


terça-feira, 18 de maio de 2010

BEHIND METROPOLIS - PINTURAS DE HELDER COELHO DIAS NA CABANA DOS PARODIANTES!


Helder Coelho Dias vive na Fajarda, mas nasceu em Coruche. Sempre viveu em contacto com a natureza e venera-a acima de tudo e de todos.
Desde os tempos em que tive a oportunidade de ser seu professor, nos idos anos 90, percebi que por detrás do seu ar tímido, existia um mundo em formação. Uma consciência crítica em relação ao meio envolvente, expressos nos seus primeiros desenhos a grafite e carvão, dominados por influências surrealistas. Voltei a encontrar o Helder, anos depois, em Lisboa, perfeitamente enquadrado no ecossistema urbano, onde trabalhou e frequentou a Sociedade Nacional de Belas Artes. Aí desenvolveu as suas aptidões no desenho e na pintura.
" Behind Metropolis" é o corolário das nove pinturas expostas no espaço da Cabana dos Parodiantes, encabeçada pela montra, tambêm da sua responsabilidade.

Estes trabalhos marcados pela sua forte consciência ecológica e pela sua veneração pela natureza, são um autêntico manifesto artístico sobre a urgência da preservação da paisagem rural contra as agressões das cidades e da industria poluidora.
As técnicas usadas por Helder Coelho Dias, privilegiam matérias orgânicas e tintas acrílicas, acentuando a tridimênsão das formas.

Uma visita á Cabana para contemplar as obras de Helder Coelho Dias, é um verdadeiro tónico energético para olharmos para a natureza com outros olhos. Até dia 3 de Junho 2010.

domingo, 9 de maio de 2010

JOSE BARRA DA COSTA - UM CASO SÉRIO!




"OS CASOS MADDIE E JOANA DESTE MUNDO" - 15 de Abril ás 22 horas Conversa com José Barra da Costa


Faltavam 10 dias para se comemorar o 36.º Aniversário da Revolução dos Cravos. Cabana a "abarrotar" de gente e um ex-inspector da Judiciária tranquilo, sereno e seguro do seu papel de palestrante. A experiência como investigador criminal e a sua tarimba com os Media acabaram por ser um garante para uma Conversa sem papas na língua. Licenciado em Antropologia, Pós graduado em Ciências Criminais e Estudos Psicocriminais, Mestre em Relações Interculturais, Barra da Costa acabou por "brilhar" na 41.ª Tertúlia da Cabana. Inicialmente as pessoas tiveram receio em avançar com perguntas. O que levou o moderador a exclamar "parece que hoje estão acagassados por estar aqui um Judite". "Não tenham medo da bófia que hoje ninguém vai dentro!", afirmou o moderador. Barra da Costa esboçou apenas um sorriso. Malandro até. Este nosso convidado foi Inspector Chefe da Polícia Judiciária durante 30 anos e tem vários livros escritos sobre investigação criminal. "Maddie, Joana e a Investigação Criminal", publicado em 2008, acaba por ser o mais mediático de todos. Barra da Costa acredita que o sequestrador da menina Madeleine é um cidadão britânico e que conhecia muito bem os hábitos da família. As pessoas que decidiram marcar presença nesta Tertúlia sairam satisfeitas com as respostas do convidado, porque apesar de muitas vezes usar uma linguagem hermética, Barra da Costa jamais deixou de responder às perguntas que lhe foram feitas. No fundo, acabou por dar uma aula de Criminologia na Cabana dos Parodiantes. "A ciência foram que se faz no nosso país está ao nível do melhor daquilo que se faz em todo o mundo", o que de certa forma nos fez pensar nos episódios do CSI Miami, Noxa Iorque ou Los Angeles. É caso para reafirmar sem "caganças" que a Polícia Judiciária é efectivamente uma das melhores polícias do Mundo. Valha-nos isso. Porque de resto, existe por aí muita trampa. Confrontado com o facto de muitas as vezes a polícia não prender as pessoas consideradas culpadas por crimes, Barra da Costa deixou claro o seguinte: "É preferível ter um condenado cá fora em Liberdade do que um inocente preso!". Aplausos da plateia. A partir daqui a conversa aqueceu e de que maneira, com o nosso convidado a fazer duas afirmações que mereceram mis aplausos. Se em vez de uma Tertúlia fosse uma Tourada, Barra da Costa começara a ouvir vivas e certamente que sairia da praça em ombros dos aficionados. E aqui ficam duas máximas: 1.- "Há por aí muitos investigadores criminais feitos a martelo e detectives da treta"; 2. - "Os portugueses têm muito uma mentalidade de subserviência, labe botas e não são capazes de dizer não!". Alguns dos participantes situados em lugar chave ficaram incomodados com as afirmações do ex-inspector da Judiciária que esclareceu a plateia do seguinte: "Na investigação criminal quando a malha é larga o peixe passa mais facilmente. Quando é apertada é mais fácil de apanhar os criminosos". Sendo "Peixe" de nome o moderador ainda ficou desconfiado, mas depois percebeu que a metáfora não tinha mesmo nada a ver com ele. Um forasteiro inquieto e stressado decidiu levantar-se diversas vezes, tocando nos fios da aparelhagem e desligando o Som. Barra da Costa lança a desconfiança: "Será que o SIS está aqui infiltrado?". Silêncio na Cabana. Começamos todos a olhar uns para os outros. Depois, muitas gargalhadas. Sobre os Media o nosso convidado não teve dúvidas em afirmar que "Sexo, Violência e Sangue são sinónimo de vendas, grandes tiragens e lucros chorudos". O que não deixa de ser uma verdade. Terminando a Tertúlia, Barra da Costa quis deixar no ar uma pergunta a todos aqueles que permaneceram até ao fim:- "Qual é o limiar de tolerância dos Portugueses?". Saimos todos da Cabana com ar taciturno e de meditação. Qual será a nossa tolerância hein?! J.P

sábado, 1 de maio de 2010

VASCO ,LOURENÇO TRÁZ AROMAS DE LIBERDADES Á CABANA, JÁ NESTA 5ª FEIRA PELAS 21 HORAS!


Já com as festividades do 25 de Abril e do 1º de Maio, para trás, eis que vai surgir na Cabana dos Parodiantes o capitão de Abril Vasco Lourenço . O nosso próximo convidado, foi um dos obreiros da revolução de 1974 e foi membro do Conselho da Revolução até à sua extinção em 1982. Actualmente é um dos corpos gerentes mais activos da Associação 25 de Abril.

Graças ao Departamento de Ciências Sociais e Humanas da Escola Secundária de Salvaterra de Magos e da turma 11ºF, vai ser possível ter na nossa companhia, além de Vasco Lourenço, o jornalista de Diário de Notícias, Rui Pedro Pessoa Antunes, natural da nossa terra e a própria turma 11ºF, que nos vai apresentar um power-point sobre o 25 de Abril em Salvaterra de Magos.

A apresentar e a moderar tudo isto, está o jornalista da casa, José Peixe, com a sua acutilancia e poder de síntese, marca principal destas tertúlias na Cabana dos Parodiantes.

Argumentos de peso para mais uma grande noite de Conversas da cabana, já nesta 5ª feira pelas 21 horas.

terça-feira, 27 de abril de 2010

DR. MIGUEL MATIAS - UMA LIÇÃO DE JUSTIÇA E DIREITO NA CABANA




O Dr.º Miguel Matias, advogado das vítimas da Casa Pia de Lisboa esteve no dia 8 de Abril na Cabana para mais uma tertúlia, a 40ª edição.
Neste dia a Cabana encontrou-se mais vazia. Motivo: o Benfica tinha sido eliminado em Liverpool e o pessoal calçou as pantufas, pôs o pijama e foi para a cama mais cedo. Uma pena. Pois acabaram por perder uma boa conversa.
O nosso convidado começou por fazer o enquadramento do tema. Ou seja, fez que "à semelhança de outras matérias problemáticas, os portugueses acham que a Justiça não funciona no nosso país e que os magistrados e advogados já não merecem respeito de ninguém". Fez questão de deixar bem claro quais as diferenças e as aproximações que existem entre Direito e Justiça. Depois começou por dizer que Miguel Matias disse aos convivas presentes na Cabana que o Direito Penal é o que "mais entope os tribunais em Portugal". "É preciso deixar bem claro que se fazem centenas de Julgamentos em Portugal todos os dias. Mas também não podemos deixar de dizer que a as custas judiciais são elevadas e por iso mesmo a Justiça acaba por ser selectiva", afirmou o nosso convidado. Falando dos dos juízes o advogado não teve hesitações e disse que "os juízes de consideram Deuses intocáveis e são anamovíveis, irresponsáveis e querem dar uma de independentes. O pior é que a maioria deles são muito jovens, não têm experiência de vida e às vezes chegam a marcar 8 a 10 julgamentos para o mesmo dia". "É necessário melhorar a capacidade de comunicação dos juízes, do Ministério Público e dos tribunais. As pessoas ligadas à justiça não sabem comunicar. É necessário um novo modelo de investigação criminal. Os procuradores do Ministério Público têm de sair da cadeira. Há também a necesidade de criar novos instrumentos de combate ao crime organizado. Não se pode combater a criminalidade organizada e crimes complexos com instrumentos artesanais", afiançou Miguel Matias.
Sobre os Media e Jornalistas, o advogado acha que "muitas das vezes as investigações jornalísticas são controladas por quem detém o poder económico e que as fugas de informação acabam por sair dentro dos próprios órgãos da Justiça". Daí que se fale em sensacionalismo em torno de crimes complexos. "O que os jornais querem é vender", afirmou. Miguel Matias entede que existe um número excessivo de advogados em Portugal. "Chegou o momento de parar de enganar as famílias que investiram na formação dos seus filhos. Há um excesso de advogados no país e a advocacia não pode continuar a ser vista como o último recurso ou reduto. Há muitos advogados sem trabalho e passar por dificuldades". Sobre as oficiosas, Miguel Matias considera que "o defensor público deverá ser contratado e constituído como um corpo similar ao Ministério Público". Será uma utopia do nosso convidado? Ou na realidade existem hipóteses de se enveredar por este caminho. Um caminho que nos leva à Cidadania, mas que a JUSTIÇA teima em fazer que não entende o que é isso.
A finalizar a tertúlia que foi bastante participada, Miguel Matias não abandonou a Cabana sem afirmar que "precisamos de refundir o ideal da República". "Precisamos de mais ética nas relações, de mais consciência dos limites e das liberdades. Como diria o Dr. Armando Leandro, precisamos todos de mais «sentido de Estado» (status civitatis) ", concluiu.


José Peixe, jornalista e moderador das Conversas da Cabana

domingo, 25 de abril de 2010

R E V O L U Ç Ã O !


A coisa velha grita pela revolução que ainda não se cumpriu nas cabeças mais retrógadas. Eu tenho 89 anos e acredito que os dejectos do homem novo podem mover foguetões.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

JOSÉ BARRA DA COSTA VEM TRAZER A " VERDADE ESCONDIDA " Á CABANA, JÁ NESTA 5ª FEIRA!




Ainda não refeitos com a última tertúlia na nossa Cabana dos Parodiantes, cujo orador foi o advogado das vítimas da Casa Pia de Lisboa - Miguel Matias -, eis que vamos receber o profiler, antropólogo e criminalista - José Barra da Costa. O tema andará á volta do caso da miúda inglesa Maddie, desaparecida, como vocês sabem, no reino dos Algarves. O nosso convidado de excelência, ex-inspector da polícia judiciária, assíduo colaborador das manhãs do Goucha, escreveu o livro " “Maddie, Joana e a Investigação Criminal – A Verdade Escondida” e vem-nos apresentar a sua visão sobre este macabro acontecimento.
Uma coisa é certa: segundo o que nos é dado a ver e a ouvir, das incursões na TVI de José Barra da Costa, a noite da próxima 5ª feira, dia 15 de Abril, vai ser polémica quanto baste!
Esta 41ª Edição das Conversas da Cabana, só é possível, graças ao apoio:
- Escola Profissional de Salvaterra de Magos - http://www.epsm.pt/
- Casa do massapez - http://www.filhosdovento.pt/
- J.P. Comunicação e Imagem
Um imenso obrigado!

segunda-feira, 5 de abril de 2010

MIGUEL MATIAS VEM Á CABANA FALAR DE JUSTIÇA EM PORTUGAL!



Venham á Cabana então, saber como vai a justiça em Portugal !
O quê? vocês duvidam que existe justiça em Portugal...?
Mas, será que existe justiça em Portugal...?
Olhem, agora até eu estou baralhado, ufffff!

O que interessa é que já nesta 5ª feira, depois de rejubilarmos com uma vitória histórica do Benfica frente ao Liverpool, vamos ver e ouvir o advogado Miguel Matias na Cabana a falar de justiça em Portugal. Este senhor é unicamente o advogado das vítimas da Casa Pia de Lisboa, o administrador da Sociedade de Advogados PCMS e o Vogal-tesoureiro do Conselho Distrital de Lisboa da Ordem dos Advogados.
Esta " Conversa da Cabana ", conta com a preciosa colaboração da Escola Profissional de Salvaterra de Magos e com J.P. Comunicação e Imagem

domingo, 4 de abril de 2010

" VIAGENS COM/SEM BARREIRAS " DE ANTÓNIO SARAIVA - A CELEBRAÇÃO DA PINTURA NA CABANA !

Antonio Saraiva, entrou no micro-cosmos da Cabana desde a tertúlia com o padre Borga, onde assistiu entusiásticamente. Na verdade, já conhecia este histórico café há sete anos, aquando umas festas do Foral.
Contagiado pela vivência diária de Salvaterra de Magos e pela peregrinação sistemática á Cabana dos Parodiantes, António Saraiva acabou por pintar uma série de telas, cuja temática e técnica já vinha a explorar nos últimos anos.
António é um moderno nómada, não por opção, mas por defeito profissional, pois é professor de Educação Visual e Tecnológica não efectivo. Este ano está em Marinhais, para o ano só deus sabe e tem sido assim há quase uma década. As telas, as tintas e os cavaletes, essas, andam sempre atrás de António.
Desde a primeira vez que vi os trabalhos deste artista da Covilhã, senti uma forte brisa de liberdade, como se uma janela se abrisse para a alegria da celebração ou da contestação, pois, na minha leitura, tratam-se de manifestações vibrantes de rua, onde corpos indefenidos desenham coreografias, materializadas por pinceladas irrequietas que constroem falsos padrões. As cores fazem-se de azuis, sempre os azuis, incomodados a espaços por manchas de cores quentes sobre fundos também azuis, contaminados pela cor preta. O tom geral de anarquia, que se sente nas telas de António Saraiva é controlado pelo recurso a barras verticais de cor preta ou azul escuro, que delimitam lateralmente a pintura. A excepção a esta regra, regista-se exactamente no quadro que se pode ver acima deste texto, cuja barra, horizontal, divide ao centro a composição .
Mais uma vez o espaço Cabana, café, restaurante, salão de chá, pastelaria, foi vítima de uma intervênção artística que lhe alterou a sua concepção espacial. É que a Cabana dos Parodiantes tem essa especial vocação, a de se travestir sempre que uma nova exposição se espalha pelo seu espaço e a exposição de pintura " Viagens com/sem barreiras " de António Saraiva cumpriu mais uma vez esse fado.
Não preciso de convidá-los a visitarem esta exposição, pois há muito que vocês são da casa.